quarta-feira, 12 de setembro de 2012

PROMOÇÃO


GALERA APROVEITE A PROMOÇÃO
ACIMA DE 100 PEÇAS
PEÇAS INDIVIDUAIS SAI A 1 REAL CADA
ESTA PROMOÇÃO É PARA PEÇAS PERSONALIZADAS

sexta-feira, 1 de junho de 2012

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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Elétrica Básica

Eletricidade


Eletricidade é uma manifestação de uma forma de energia associada a cargas elétricas, paradas ou em movimento. O que possui cargas elétricas são os elétrons, partículas minúsculas que giram em volta do núcleo dos átomos que formam as substâncias.
Ocorre que certos materiais perdem cargas elétricas quando atritados com outros (ou, dependendo do material atritado, ganham cargas elétricas em vez de perdê-las).
Quando ganham, dizemos que ficam carregados negativamente, pois convencionou-se dizer que os elétrons possuem cargas negativas. Quando perdem elétrons, ficam carregados positivamente. Estando eletricamente carregado, o material é capaz de atrair corpos eletricamente neutros e cargas com sinais opostos.
Este fato pode ser verificado facilmente. Por exemplo, um pente depois de ser atritado várias vezes contra o cabelo atrai pedaços pequenos de papel picado.
Esta forma de eletricidade chama-se eletrostática.

Carga Elétrica

 

Um corpo tem carga negativa se nele há um excesso de elétrons e positiva se há falta de elétrons em relação ao número de prótons.
A quantidade de carga elétrica de um corpo é determinada pela diferença entre o número de prótons e o número de elétrons que um corpo contém. O símbolo da carga elétrica de um corpo é Q, expresso pela unidade coulomb (C). A carga de um coulomb negativo significa que o corpo contém uma carga de 6,25 x 1018 mais elétrons do que prótons.

Tensão elétrica

Tensão elétrica é a diferença de potencial elétrico entre dois pontos. Sua unidade de medida é o volt, o nome é homenagem ao físico italiano Alessandro Volta. Observe que a palavra "voltagem" não é o termo técnico correto; é um erro usá-la na língua portuguesa. Use sempre o termo tensão elétrica.
Para facilitar o entendimento do que seja a tensão elétrica pode-se fazer um paralelo desta com a pressão hidráulica. Quanto maior a diferença de pressão hidráulica entre dois pontos, maior será o fluxo, caso haja comunicação entre estes dois pontos. O fluxo (que em eletrodinâmica seria a corrente elétrica) será assim uma função da pressão hidráulica (tensão elétrica) e da oposição à passagem do fluido (resistência elétrica). Este é o fundamento da lei de Ohm, na sua forma para corrente contínua:
V = R . I
onde:
·      R = Resistência (Ω - ohms);
·      I = Corrente (A - ampères);
·      U = Tensão (V - volts)


Quando existem dois materiais, um com carga positiva (falta de elétrons)e outro com carga negativa(excesso de elétrons), dizemos que existe entre eles uma diferença de potencial(D.D.P) ou tensão elétrica.
Geralmente os átomos procuram ter o mesmo número de elétrons e prótons e neste materias vai existir uma força atuando para que esses átomos se equilibrem. Esta força é que vai produzir luz, calor, movimento, etc...
Resumindo, tensão é a força que produz os efeitos elétricos.

 

Corrente

 

Corrente (I) é simplesmente o fluxo de elétrons. Essa corrente é produzida pelo deslocamento de elétrons através de uma d.d.p.(diferença de potencial) em um condutor. A unidade fundamental de corrente é o ampère (A). 1 A é o deslocamento de 1 C através de um ponto qualquer de um condutor durante 1 s.

I = Q / t     ou seja: Corrente = deslocamento / tempo

O fluxo real de elétrons é do potencial negativo para o positivo. No entanto, é convenção representar a corrente como indo do positivo para o negativo.
Formula para calculo de corrente: I = U / R

Resistência elétrica

 

Resistência é a oposição à passagem de corrente elétrica. É medida em ohms (Ω). Quanto maior a resistência, menor é a corrente que passa.
Os resistores são elementos que apresentam resistência conhecida bem definida. Podem ter uma resistência fixa ou variável.
Esta pode ser maior ou menor dependendo do material do qual é feito o condutor.
Formula de Resistor  R = U / I

Lei de Ohm

 

Um circuito elétrico consta de, na prática, pelo menos quatro partes: fonte de f.e.m. (força eletromotriz), condutores, carga e instrumentos de controle. A lei de OHM diz respeito à relação entre corrente, tensão e resistência, na figura abaixo, observem como fica o circuito quando fechamos o interruptor:



A tensão sobre o resistor de 1k Ω (ou 1000Ω) é de 12V (conforme é mostrado pelo voltímetro).
De acordo com a lei de OHM, a corrente deve ser 12/1000 = 0.012A ou 12mA.
De fato, é essa a corrente indicada pelo amperímetro.
 
Formula de corrente:   I = U / R      
Formula de Tensão:    U = R . I
Formula de Resistor:  R = U / I
      




Potência W (watt)


É o trabalho realizado pelos elétrons na unidade de tempo.
A unidade fundamental da potência é o WATT, temos 1 watt quando a quantidade de 0,0625· 10²º elétrons, sob uma tensão de 1 volt , realizar um trabalho no tempo de 1 segundo.
O múltiplo do watt é o Quilowatt (KW) , sendo que um KW equivale a 1000 watts.
Existem ainda duas outras unidades de potência:
·         CAVALO – VAPOR (cv.) , onde 1 cv = 736W
·         HORSE POWER (H.P.), onde 1HP = 746W
Obs.: HP E cv como nós acabamos de ver são unidade diferentes, onde 1 HP = 1,0135 cv aproximadamente.
P = U x I        Onde:
P= potência em Watts;
U= tensão em Volts;
I = Corrente elétrica em Amper.

Resumo


Formula de Potencia:   P = U x I       
Formula de Tensão:    U = P / I
Formula de Corrente:   I = P / U

      





Circuito elétrico:
Os circuitos elétricos, de um modo geral, dividem-se em três tipos. Conforme as suas ligações, eles podem ser:
• Série
• Paralelo
• Misto
Circuito série: é aquele cujos elementos são ligados um após outro, sendo que um elemento depende do outro e constitui uma malha elétrica. Esse circuito recebe o nome de dependente, porque se um dos elementos for interrompido os demais deixarão de funcionar; isto porque ele se compõe de um só ramo, ou seja, um só caminho para a passagem da corrente.


Circuito paralelo: é aquele em que seus elementos são colocados um independente do outro. Isto quer dizer que, se um elemento qualquer deixar de funcionar, não perturbará o funcionamento dos demais.
Associação de resistores
Circuito série:
EXPERIÊNCIA:
Meios: Fonte de tensão U = 10 V; e resistores R1=18, R2=18 R3=68, voltímentros, amperímetros, ohmímetros, fios.


Medir os valores de U, R e I e conferir na tabela abaixo os valores encontrados.
Observação


Conclusão:
A resistência total num circuito série é igual á soma de todas as resistências oferecidas pelos resistores desse circuito.

Rt = R1 + R2 + R3 + Rn

A intensidade de corrente num circuito série é igual em todas as partes do circuito.

It = I1 = I2 = I3 = In

A intensidade de corrente num circuito série é igual em todas as partes do circuito.

OBS. : Para encontrar-mos um valor desconhecido de I, U ou R em qualquer circuito, primeiro empregamos as leis de Kirchhoff e depois a lei de Ohm.
Exemplo: Determine no circuito abaixo a resistência Rt, a corrente total I e as tensões parciais U1, U2 e U3. Dado: R1 = 50 ; R2 = 100 ; R3 = 70 e Ut = 220 V.
Exercício 1: No circuito abaixo mede-se os seguintes valores: R1= 20; Rt = 100; U= 24 V e U1= 4,8 V.
Determine: U2 e I



Circuito paralelo:
EXPERIÊNCIA
Meios: Fonte de tensão U = 10 V, 3 resistores, R1 = 10, R2 = 20 , R3 = 68 , voltímetro, fios, ohmímetros.


Execusão:
Meça os valores de U, I e R conforme indicado no circuito ao lado e configura os valores na tabela.








Conclusão:
A tensão no circuito paralelo é a mesma em todas as partes do circuito.
Ut = U1 = U2 = U3 = ... = Un
A corrente que chega a um pnto no circuito é igual á soma das correntes que dele saem, ou vice-versa. É definido pela 1ª lei de Kirchhoff.
It = I1 + I2 + I3 + ... + In
A resistência total Rt de um circuito elétrico ligado em paralelo é menor do que a resistência oferecida pelo menor resistor do circuito. Para se calcular a resistência total Rt de um circuito paralelo, aplicamos as fórmulas da lei de Ohm. Sabendo-se que a f´rmula para calcular It do circuito paralelo é: It = I1+ I2 + I3 + . . . + In


Cálculo da resistência total Rt na experiência anterior.


Cálculo de circuitos em paralelo
EXEMPLOS: Dois resistores, R1 = 30 e R2 = 60 são ligados paralelamente. A tensão é de U = 12V.
Calcule a resistência Rt , a corrente It e as correntes I1 e I2.

Conclusão: Também nos circuitos em paralelo, as correntes são inversamente proporcionais ás resistências.
EXERCÍCIO
Calcular os valores Rt , I1 , I2 e I3 do exemplo anterior, se for ligado um terceiro resistor R3 = 20 paralelamente:


Resumo da Lei de Kirchhoff

t

Para circuito paralelo, a tensão é a mesma para cada resistor e a corrente é se divide.


Para circuito série, a tensão é a se divide para cada resistor e a corrente é mesma.

VIDEOS ABAIXO SÃO RELACIONADOS A ELÉTRICA  BÁSICA

http://www.youtube.com/watch?v=zVOk-z8_UFY&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=1mMEAi6KGzE&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=IUgS7Uw-qBI&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=AB_SWf7mu7U&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=2bqLbZIOf98&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=0CgFosidSaE&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=YZC_gxl2HEk&feature=related  

http://www.youtube.com/watch?v=HbgoiAt_m8M&feature=related 

http://www.youtube.com/watch?v=KIXl5LAiR4E&feature=related 

http://www.youtube.com/watch?v=UMVp-Xm8lwQ&feature=related 

http://www.youtube.com/watch?v=PdWoVj02f-s&feature=related


http://www.youtube.com/watch?v=9P1puaAxDL8&feature=related  

http://www.youtube.com/watch?v=C9wFl8dF_q0&feature=relatedo 





Lista de exercícios de eletricidade básica


1 -  Calcule o resistor equivalente entre os pontos A e B do circuito abaixo.
r. 6ohm


2 - Ache a resistência equivalente entre os pontos P e Q da associação da figura abaixo.
r. 4ohm

3 - Qual é a resistência equivalente entre os pontos A e B da associação de resistores esquematizada? R.22ohm

4 - Nos circuitos indicados, todos os resistores são iguais, com resistência de 1 ohm cada um. Determine em cada caso a resistência equivalente entre A e B:

a)     r. 3/5 ohm
b)     3/2 ohm

5 - No esquema indicado há cinco resistores de resistências iguais a R. Calcule a resistência equivalente entre A e B. r.R/2

6 - Calcule a leitura do amperímetro ideal indicado na figura.
r. 0,5 A

7 - No circuito da figura, calcule a leitura do voltímetro ideal.
r. 20V

8 - No circuito elétrico da figura, determine:
a) a leitura do amperímetro ideal. R. 0,8 A
b) a leitura do voltímetro ideal. R. 6V


9 - Calcule a diferença de potencial entre os pontos X e Y, mostrados no circuito abaixo. R. 10V

10 - No circuito da figura, determine a corrente no amperímetro A e a tensão no voltímetro V. R. 2 A e 3V

11 - Calcule a corrente no resistor d 10 ohm indicado figura abaixo. R. 0,4 A.

12 - Quais as leituras dos amperímetros no circuito abaixo?
r. 12 A, 6 A, 4 A

13 - No circuito indicado, F1, F2 e F3 são fusíveis, todos de 3 A, isto é, suportam intensidades de corrente até 3 A. Ligando-se os pontos A e B a uma fonte de tensão de 25V, quais fusíveis queimarão?
r. somente F1.

terça-feira, 26 de julho de 2011

NOVO PORTA ÓCULOS

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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Tridimensional CNC

TRIDIMENSIONAL CNC

Procedimentos para medir na tridimensional

1- Referenciar a Máquina
2- Criar um programa novo
3- Configurar a ponta de medição

Medição de peça
Definir um plano de referencia
Nivelar o plano de referencia (projetar o plano)

Definir uma Linha
Definir o eixo de referencia

Definir uma origem de referencia da peça (G54)

Tipos de elementos geométricos
Ponto
Linha
Circulo

Propriedades Geométricas
Intersecção
Paralelismo
Circularidade
Perpendicularidade

Tolerância da máquina tridimensional (décimo de milésimo) 0,0001 mm

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Procedimentos de USO
Ligar – AR Geral (abrir o ar e ver se tem 4 bar, o ar não pode ter lubrificante)
Ligar o computador sem senha (ver se o hardlock está conectado no micro)
Ligar a Máquina tridimensional
Abrir o Programa M-Cosmos
Programa novo
Dar nome ao programa novo e clicar OK
Clicar em - MMC – Modo simples e ensina
Modelo de maquina 574 (por quê ?)
574 – indica os cursos dos eixos XYZ
X – 500 mm
Y – 700 mm
Z – 400 mm
Configurar a ponta. Clicar OK
Indicar o Material – por causa da dilatação térmica e clicar em avançar

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Definir plano de referencia
Clicar em elemento plano
Selecionar medida (o símbolo é um rubi de medição)
Dar nome ao plano
Armazenar em Memória 1
Selecionar o numero de pontos (mínimo 3 ideal 4)
Clicar em ok e selecionar o auto falante (para ter som)
Encostar na face da peça já posicionada e devidamente presa (seguir uma ordem).
Selecionar – Nivela Plano
Selecionar Plano X e Y (o primeiro ícone dos três)
Clicar OK
Selecionar o elemento linha (para definir o eixo de referencia)
Selecionar 2 (dois) pontos na lateral da peça e clicar OK
Encostar em dois ponto da lateral frontal se possível
Definir como eixo “X”
Selecionar “Alinhamento paralelo ao eixo “ 2° quadrado ou ícone

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Definição de Origem

Se for em um furo selecionar elemento circulo
Encostar nos 4 pontos do furo no sentido horário
Selecionar “ORIGEM”
Selecionar o ícone XeY
Clicar OK
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Intersecção
Intersecção está no elemento Ponto
Ok
Selecionar o elemento linha 1 e linha 2
OK
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Medição de peça

Fazer um planejamento e marcar no desenho ou na própria peça o número das linhas e dos furos.
Selecionar o elemento a medir (linha ou circulo) clicar na peça com o controle e selecionar o botão verde para não colidir.
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Relatório de Medição da peça

Tolerância – comparação de tolerância elementos
Elementos
Selecionar o elemento
Colocar a medida nominal e tolerância
OK

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

PROJETO

CRONOGRAMA


Aula 01
DEFINIÇÃO DE TIPOS DE PROJETOS E SUAS CARACTERÍSTICAS.
Aula 02
PLANEJAMENTO DO PROJETO - CRONOGRAMA; PREVISÃO DE RECURSOS.
Aula 03
FINALIZAÇÃO DE DESENHOS PARA O PROJETO E REALIZAÇÃO DO PLANO DE EXECUÇÃO DAS PEÇAS.
Aula 04
ANÁLISE DE VIABILIDADE E CONCEPÇÃO DO PROJETO.
Aula 05
APROVAÇÃO DO PROJETO.
Aula 06
APROVAÇÃO DO PROJETO.
Aula 07
ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DOS PROJETOS.
Aula 08
ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DOS PROJETOS.
Aula 09
ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DOS PROJETOS.
Aula 10
ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DOS PROJETOS.
Aula 11
ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DOS PROJETOS.
Aula 12
ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DOS PROJETOS.
Aula 13
ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DOS PROJETOS.
Aula 14
ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DOS PROJETOS.
Aula 15
FINALIZAÇÃO DO RELATÓRIO DE PROJETOS.
Aula 16
TRYOUT E AJUSTE DO PROJETO.
Aula 17
PREPARAÇÃO DA APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS PARA A BANCA: TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO, IDENTIFICAÇÃO DE RECURSOS.
Aula 18
PREPARAÇÃO DA APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS PARA A BANCA: TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO, IDENTIFICAÇÃO DE RECURSOS.
Aula 19
APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS E FIM DE CURSO.
Aula 20
APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS E FIM DE CURSO.

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CONTEÚDO DO RELATÓRIO FINAL DE PROJETOS

Conforme NBR 14724

1. Capa
2. Folha de rosto
3. Dedicatória
4. Agradecimentos
5. Resumo
6. Abstract
7. Lista de figuras
8. Abreviações
9. Sumário
10. Introdução
11. Aplicação do projeto
12. Descrição do funcionamento do projeto (detalhamento textual)
13. Recursos necessários
a. Mecânicos
b. Elétricos
c. Eletrônicos
d. Software
e. Humano
14. Custo
15. Relatório diário
16. Análise de riscos
17. Conclusão
18. Anexos
a. Datasheet (Obs. 2)
b. Desenhos mecânicos (peças, pneumática, hidráulica, etc.)
c. Desenhos elétricos / eletrônicos
d. Fluxograma / Código Fonte
e. Lista de materiais
f. Cronograma
g. Fotos

Obs.: 1- Encadernado com espiral e em mídia eletrônica.
2- Datasheet apenas na mídia eletrônica




quarta-feira, 28 de julho de 2010

FUNÇÕES DO TORNO CNC

Descrição das funções

Funções Miscelâneas

M00 Parada do programa para troca de ferramenta
M01 Parada opcional do programa
M02 Fim de programa
M03 Liga eixo árvore sentido horário
M04 Liga eixo árvore sentido anti-horário
M05 Desliga eixo árvore
M06 Giro da torre
M08 Liga refrigerante de corte
M09 Desliga refrigerante de corte
M11 Seleciona faixa baixa de rotação
M12 Seleciona faixa alta de rotação
M30 Fim de programa



Funções Preparatórias

G00 Posicionamento rápido.
G01 Interpolação linear.
G02 Interpolação circular (anti-horário), para torre dianteira, torre traseira inverter o sentido.
G03 Interpolação circular (horário), para torre dianteira, torre traseira inverter o sentido.
G20 Programação em diâmetro.
G21 Programação em raio.
G73 Interpolação linear ponto a ponto.
G74 Ciclo de torneamento e furação.
G75 Ciclo de faceamento e de canais.
G66 Ciclo automático de desbaste longitudinal.
G67 Ciclo automático de desbaste transversal.
G53 Cancela todos offset de placa.
G54 Ativa o primeiro offset de placa eixo z.
G55 Ativa offset de placa eixo z.
G92 Origem do sistema de coordenadas.
G99 Cancela G92, define programação em função do zero máquina.
G40 Cancela compensação do raio da ponta da ferramenta.
G41 Compensação do raio da ponta da ferramenta (esquerda).
G42 Compensação do raio da ponta da ferramenta (direita).
G04 Tempo de permanência.
G33 Ciclo de roscamento (básico).
G37 Ciclo de roscamento automático.
G70 Admite programa em polegada.
G71 Admite programação em milímetros
G90 Programação em coordenadas absolutas.
G91 Programação em coordenadas incrementais.
G94 Estabelece avanço em pol/min ou mm/min.
G95 Estabelece avanço em pol/rot ou mm/rot.
G10 Cancela monitor de tempo de vida da ferramenta.
G11 Ativa o monitor de tempo de vida da ferramenta.
G30 Cancela imagem espelho.
G31 Imagem espelho eixo X.
G32 Imagem espelho eixo Z.
G60 Cancela área de segurança.
G61 Ativa área de segurança.
G68 Ciclo automático desbaste perfil final.
G76 Ciclo de roscamento.
G80 Cancela G83.
G83 Ciclo de furação com quebra de cavaco.
G96 Programação em VC constante.
G97 Programação em RPM.